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Nota de Pesar (18/06/2026)
A Universidade de Araraquara – Uniara comunica, com profundo pesar, o falecimento de seu Magnífico Reitor, Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro.
Ao longo de sua trajetória, o Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro dedicou sua vida à educação e ao fortalecimento da Uniara, deixando um legado de compromisso com a formação acadêmica, a produção do conhecimento e o desenvolvimento da sociedade. Sua atuação foi marcada pela liderança, pela visão de futuro e pelo permanente empenho em promover uma educação de excelência.
Neste momento de luto, a Uniara manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos, professores, colaboradores, estudantes e a toda a comunidade acadêmica, compartilhando o sentimento de profunda tristeza e de gratidão pela inestimável contribuição do Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro à instituição e à educação.
O velório será realizado na Funerária Fonteri, no dia 19/06/2026, a partir das 12h30, nas salas 1 e 2, e o sepultamento ocorrerá às 16h30.
Em homenagem à memória de seu Magnífico Reitor e em respeito ao luto que se abate sobre toda a comunidade universitária, a Universidade de Araraquara - Uniara suspenderá suas atividades acadêmicas e administrativas nos dias 19 e 20/06/2026, retomando seu funcionamento regular no dia 22/06/2026.
A Uniara rende sua mais sincera homenagem ao Prof. Dr. Luiz Felipe Cabral Mauro, cuja dedicação, liderança e compromisso com a educação permanecerão como inspiração e parte indelével da história da instituição.
Araraquara, 18 de junho de 2026.
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Confira a seguir cinco propostas de reflexão e questionamento sobre o jornalismo científico:
Alguns autores notam que a divulgação da ciência pode ser dar de duas maneiras: uma, de estilo “vitrine”, estaria voltada para a glamourização das ciências e de seus personagens; outra, inserida em uma perspectiva crítica, consistira num processo de alfabetização científica e levaria ao engajamento da sociedade na formulação das políticas científicas. Como essas formas distintas de divulgação da ciência se segmentam no espectro da imprensa brasileira?
A ideia de que a ciência produza conhecimentos “verdadeiros”, em sentido absoluto, foi descartada pelo movimento do Racionalismo Crítico dentro da Filosofia das Ciências. É possível dizer, em contrapartida, que setores menos especializados da imprensa ainda tratem os resultados de pesquisa científica como se fossem verdades absolutas? Em sua opinião, por que isso ocorre?
Cada vez mais a ciência assume uma perspectiva interdisciplinar, ao mesmo tempo em que exerce implicações em áreas variadas, como política, economia, ética e meio ambiente. Por outro lado, os segmentos editoriais que norteiam o trabalho nas redações tendem a gerar uma abordagem fragmentária, que nem sempre contempla as inter-relações mantidas entre as várias áreas de saber e os diversos foros onde estas exercem implicações. Discuta essa questão.
Como tem se dado a relação entre as editorias de ciência e as assessorias de imprensa de instituições científicas interessados em projetar pesquisas no noticiário? A falta de acesso direto às fontes científicas pode tornar o jornalista refém da comunicação institucional? Há preparo do jornalista para dialogar diretamente com fontes especialistas?
Ao ser alçado a uma ampla discussão pública, um tema científico passa a incorporar expectativas que são extrínsecas ao processo de produção da ciência. Assim, a sociedade busca respostas urgentes para questões cuja solução científica pode demorar anos ou décadas. Esse tipo de expectativa pode fazer com que o jornalismo científico se precipite em relação ao conhecimento científico, abrindo espaço à especulação e à desinformação?
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